às xs a realidade suplanta a ficção…

No mesmo dia que o avô da Andorinha teve alta do hospital, a avó da Andorinha foi internada, o que faz com que os dias pós-laborais se transladem do S.José para os Capuchos.

[Face a isto, o facto de ter dormido 4 horas, ter levado uma bronca do cliente, passado o dia apenas com uma sanduíche no estômago até às 18h e ter faltado a luz pouco depois de ter chegado a casa n passam de meros acessórios. A Andorinha vai repousar as asas, que bem precisa]

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10, 18, 9, 11, 12,9… não, não são números da sorte. São a média de horas de trabalho…

Silent sigh…

Eu era tão mais feliz se as agências trabalhassem de noite…

Hoje descobri que II

Tenho um condãozinho especial, só meu, de n saber parar qdo estou na mó de cima e ter q insistir, remexer, remoer, até sair, inevitavelmente, a perder…

[desconfio q fui agraciada pela visita da bruxa má no meu baptizado]

Modo Titanic

A Andorinha recebeu hoje um e-mail que a deixou sem palavras. N é frequente. É certo. Mas, de quando em x, tal como os anos bissextos, acontece. Isto porque a Andorinha sabe que as críticas são válidas. Necessárias até. Servem de motor para seguirmos em frente. Para n nos acomodarmos. E termos vontade de nos superarmos. Porque sabemos que podemos ir mais longe. No entanto, quando, depois de dedicadas horas sem fim, tempo pessoal, abstinência de sono, coração no projecto, nos apercebemos que é tudo arrasado de uma penada, sem objectivo aparente, e apenas porque tínhamos começado com o pé esquerdo, aí sim, é tempo de baixar as asas e ganhar coragem para recomeçar amanhã com o sorriso e dedicação habitual.

[até lá, deixai a mente inundar-se das mais maquiavélicas torturas e pensamentos à serial killer]

Anos e anos passados, Abril continua a ser sinónimo de revoluções, no que toca à vida da Andorinha (infelizmente, nem todas elas cheiram a cravos e soam a liberdade)