500 days of Summer

Quem me conhece, sabe que Indie é comigo. Embora na TimeOut desta semana, no artigo sobre festivais, este estilo musical tenha vindo associado a betinhos e adolescentes, vou continuar convicta das minhas escolhas. Tornem-se, ou n, mainstream.

O filme que mais recentemente me tirou o tapete insere-se nesta categoria. “500 days of Summer” é um namoro antigo, desde que o vi recomendado num dos muitos sites que tento ler para me ir mantendo a par da realidade. Contudo, para meu infortúnio, cedo descobri que n tinha data prevista de estreia para terras lusitanas, forçando-me a recorrer a métodos “menos ortodoxos”. Como nem sempre se tem sorte à primeira, comecei com a banda sonora como aperitivo e (re)apaixonei-me pela Regina Spektor e o seu “Us“. Quase um mês mais tarde, fui, at last, apresentada à Summer (Zooey DesChannel sempre a marcar  pontos em termos de estilo) e à forma como, em 500 dias, vai brincando e destroçando um coração, apenas porque The One, sometimes is another one.

Como não gosto de spoilers, fica um preview para abrir o apetite: