E depois do adeus…

Recentemente, escrevi sobre o facto de n gostar de dizer adeus. A verdade é que o sentimento se mantém mas a palavra, essa, teima em fazer parte da minha vida, forçando-me a “dobrar a língua”, vezes e vezes sem conta. N é que me importe, verdadeiramente, de proferi-la. Só n gosto que ganhe a proporção que lhe confere o determinismo. Que venha imbuída daquele sofrimento de n sabermos quando será o próximo olá. Que nos saiba a roubo de uma parte da nossa vida. Que te mude para longe, mm q fiques perto no que toca ao coração.

[Resta saber que os teus dias serão mais felizes.Play on!]

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