Tu vê lá…

Parece q, actualmente, não conseguimos terminar uma frase sem que rematem com o célebre “tu vê lá”. O mais curioso é que, normalmente, esta expressão vem aliada a tudo o que signifiquem intenções honestas ou actos de boa fé.

– pensamos em partilhar uma informação importante e pedimos conselho? Epá, tu vê lá se X ou Y n te lixam.

-dizemos q Z ou W é boa pessoa? Sim, sim, mas tu vê lá, se calhar n passa de um sonso/a.

– acreditamos piamente em alguém? Pois, pois, mas vê lá q eu cá n ponho as minhas mãos no fogo por ng…

E a lista podia ser interminável q a expressão, essa, manter-se-ia, imutável no seu papel de sinal “stop”, a avisar-nos para as vicissitudes da vida e daqueles que nos rodeiam… a verdade, é q a Andorinha não é assim tão ingénua. Sabe de cor os provérbios, ditos, frases, exemplos, q nos dão conta de q “quem nos avisa nosso amigo é”. Mas a Andorinha quer poder acreditar. Nem q seja de qdo em x. E poder confiar no instinto, sem ter q levar o pé ao travão.

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