A minha carta ao Pai Natal:

Disse-me o “génio” Pelicano que a Andorinha tinha direito a, não 3, mas SETE desejos para pedir ao Pai Natal. N me vou focar nas coisas materiais -n q n precise ou n as queira (RELEMBRO q tenho 1a casa p/mobilar) -nem tão pouco fazer o papel de altruísta, q nunca quis chegar a santa. Aproveito antes p/me centrar no conceito de desejo, q tem sempre inerente o seu quê de impossível, e “pedir”  seis coisas q sei q n estão ao meu alcance. A saber:

mais tempo para estar com quem gosto e me faz falta todos os dias (mm só dando por isso qdo páro p/reparar)

– q julguemos menos os outros e q vejamos as pessoas como são, sem preconceitos ou ideias estereotipadas. Telhados de vidro temos todos e é só uma questão de saber em qual a pedra vai aterrar primeiro

q saibamos ouvir (e n q estejemos ansiosos por fazer valer o nosso ponto de vista)

q sejamos menos comezinhos. As coisas têm o valor q lhes queremos dar e, muitas xs, pomos demasiado empenho nas q n valem a pena.

q nos expurguemos de recalcamentos e convenções. Importa o q nos faz feliz e àqueles que nos importam. Obrigações só mesmo em trabalho.

-q o NATAL seja tudo o q cabe lá dentro: risos sinceros, família e amigos. Juntos.

 Quanto ao sétimo, que alguém INVENTE novas músicas para a época! N é q n goste de clássicos, mas já arranjávamos substituto para o Coro de Sto Amaro de Oeiras!;)

3 thoughts on “A minha carta ao Pai Natal:

  1. Bonito, é raro ver cartas destas a puxar pelo “sentimento”, a serio que gostei e assino por baixo…

    E já agora, coisinha mais material que pelo menos a Tv ou a a outra coisinha ;-)nos ofereça resmas, paletes de boas séries…:-))

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