Maria Brotoeja:

Quis o acaso-e o meu sentido estético- que, nas últimas xs em q estive com uma colega em particular, estivesse vestida com padrões de bolas. À parte as piadas “já te disseram q tens muita pinta?”, essa mesma colega insistiu em chamar-me Brotoeja que, supostamente, seria uma personagem de BD q já n “era do meu tempo”. Curiosa as always e imbuída do espírito educador à la Xu, aqui fica a história da minha, aparentemente, sosia:

 Brotoeja (Litte Dot) é uma personagem de histórias em quadrinhos, publicada regularmente nos Estados Unidos, pela Harvey Comics, entre 1949 e 1982, e, a partir de então, esporadicamente até 1994. No Brasil, teve sua própria revista, publicada pela Rio Gráfica e Editora, durante mais de uma década. Durante o começo da década de 70, era frequente, inclusive, a aparição de anúncios da revista na Rede Globo de Televisão, que era dona da editora, sempre promovida com outras 3 revistas infantis da editora: Riquinho, Bolota e Tininha.

Além de sempre envolverem bolinhas, pelas quais a menina era fanática, as histórias de Brotoeja frequentemente apresentavam tios e tias da menina, sem qualquer preocupação em limitar o número deles a algo que fosse verossívimil. Nos Estados Unidos, inclusive, além da revista Little Dot, durante 13 anos foi publicada uma revista intitulada Little Dot’s Uncles & Aunts, dedicada aos inúmeros tios e tias de Brotoeja, cada qual com sua própria obssessão.

Nos Estados Unidos, foi na revista Little Dot que pela primeira vez surgiram personagens que viriam a se tornar populares, como Riquinho (Richie Rich) e Bolota (Litte Lotta).

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