As palavras…

É engraçado como fazemos uso delas todos os dias, com relativa mestria e, de repente, quando parecemos mais necessitar, nos fogem…da boca, da cabeça, do coração. Ficam ali, entaladas, sem se materializar em nada daquilo que gostaríamos e poderíamos ter dito, numa intenção que nunca chegou a ser. E nós, embasbacados, perante quem mais queríamos que as ouvisse, vazios de signo e sinal…