Sevilla tiene un color especial:

Sábado,17

Sábado.Ponto de encontro, casa da noiva Joana.Depois da aventura que foi encontrar o “único prédio da estrada de telheiras” e dos atrasos habituais, lá nos conseguimos reunir as 7. Duas Martas, uma Raquel, uma Marina, uma Aua, a noiva e eu. Ainda jogámos ao Tetris para enfiar a quantidade astronómica de malas que levávamos- eram só 4 dias mas parecia que íamos para sempre-na carrinha Mercedes Vitto de 9 lugares.

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No meio da viagem- que eu passei quase toda em modo dormir/acordar/dormir outra x pq fiz directa p/ter o vídeo da noivita pronto- ainda houve tempo p/uma paragem junto da única referência fálica desta despedida:

 

 

 

 

 

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A chegada a Sevilla teve as habituais paragens por desorientação e, como nunca mais encontrávamos o raio do Hostal, optámos por parar numa praça e ficar na carrinha enqto duas iam em busca do dito cujo. N demorou mto até q fossemos abordadas pela guardia civil e tivessemos que fazer olhinhos de carneirinho inocente p/q n nos rebocassem a carripana. Qual o nosso espanto qdo vemos regressar a Marta A. e a Raquel com o pp do Señor-del-Hostal q vei connosco p/nos orientar por aquelas ruelas tortuosas. Aquilo era de facto manhoso mas n perdemos muito tempo a lamentarmo-nos e toca de nos arrastar para uma primeira incursão pela cidade, com paragem para o primeiro-de muitos-brindis:

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Seguida de jantaruxo e passeio pelos bares de Triana:

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O regresso ao Hostal Maravilha trouxe-nos uma surpresa. Apesar de nos terem GARANTIDO -isto qdo o recepcionista me conseguiu finalmente entender pq, apesar do meu castellano maravilhoso, parecia q estávamos a falar línguas diferentes:P- q a porta estava aberta a noite toda, estava cerrada, e bem, e nem com o dedo colado na campainha o segurança nos ouviu, obrigando-nos a uma longa espera e a uma descida forçada no saldo do telemóvel da Raquel:

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Antes de dormir, ainda houve tempo para ver o belo de vídeo mas isso, como diria o noivo, “é matéria privadíssima”

Domingo, 18

Domingo foi dia de saltar da cama estremunhada e passar uma ETERNIDD à espera da Auita-q-tinha-posto-o-tel-na-hora-de-Portugal. O q era p/ser 1a saída “p/aproveitar bem o dia” acabou num pequeno-almoço no Starbucks às 11 e tal da manhã pq a noiva queria-pq-queria ir beber uma daquelas mistelas q eu abomino e q de café n têm muito. O resto da matina, foi passado, uma x mais, a calcorrear as calles sevillanas:

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En la comida, conseguimos ir parar ao pior bar de tapas de Sevilla. Para além de n haver nada, o q fez com q a Marta A. ficasse com desejo de huevos revueltos, o empregado era de uma antipatia extrema e, qdo finalmente consegui q nos trouxesse cubiertos, quase mos espetou como se fossem banderillas num gesto acompanhado de 1 agressivo “Toma”!;) Valeram-nos las cañitas e a visita à Plaza de Toros , sempre acompanhada de 1 velhinho jarreta q passou o tempo todo a corrigir a nossa guia…

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Depois de mais uma pit stop num bar de gays (temos smp pontaria ou q?), foi tempo de preparar a surpresa da noite e parar para comprar mais uns abanicos para a minha colecção, iniciada por alturas de Madrid…

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Banho tomado e vivida a experiência alucinante da água quente-a escaldar-gelada-ai q m arranca a pele, seguimos para o Tablao “Casa de Carmen”. Felizmente, era td o q a Maja de la Tienda de Recuerdos nos tinha prometido: um espaço pequenino, gerido pelo Clã Carmen, em q tds tinham a sua função muito ao género “La Casa de Irene”…o cantaor era pior q mau mas a ppa da Carmen era do melhor e valeu mais q a pena aquela hora e meia, regada a manzanilla, sangria e altramuces, q parece q são muito apreciados, n só pelo Eusébio, mas tb pelos andaluzes…

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Decidimo-nos por seguir os conselhos da nossa amiga e valio la pena. Acertámos finalmente no poiso e fomos parar ao melhor bar de tapas de Sevilla. Para além de termos revolucionado aquilo com a nossa gritaria -quem diz q os espanhois falam alto nunca nos ouviu- conseguimos pedir comida como se n houvesse amanhã, tendo sido repreendidas pelo camarero q, simpaticamente, nos avisou q estávamos a exagerar. Retiradas duas raciones e acrescentados mais dois pinchos, lontramos até já só sobrar um prato…afinal, n podíamos deixar ficar mal a nossa gula, n é?;)

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Para terminar a noite, fomos a mais um bar a tomar unas cañas e em seguida chá de panela na nossa habitación…

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Lunes, 19

Acordar cedo e passar mais de uma hora à procura de um sítio decente para desayunar. Desde cafés manhosos com pan y aceite em cima das mesas a churrerías, aconselharam-nos TD menos onde houvesse um pequeno-almoço de jeito. Acabámos talvez no pior, de seu nome “Café de Las Indias”. O empregado q nos calhou em sorte estava lá há uma semana e n dava uma para a caixa. Era vê-lo a olhar para os cafés a arrefecer e ficar a hesitar sobre qual das mesas os poderia ter pedido. Só por pena do real raspanete q lhe estavam a dar os colegas é q n nos levantámos e fomos nós mesmo lá buscá-los;) Com isto tudo, acabámos por ter de ir directas para o “Aire de Sevilla”, umas termas árabes maravilhosas, onde passámos hora e meia completamente zen, entre banhos turcos, piscinas de água quente e jacuzzi…

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Cabelos encharcados e a pairar nas nuvéns que melhor que voltar ao estado Lontra, poijatão? As frieiras portuguesas rumaram à rua dos restôs para mais uma sessão de tapeo em que a Raquel, cega pela sede, conseguiu pedir uma coca-cola a 1 dos senhores q estavam na mesa ao lado, o q lhes deu tema de conversa p/o resto do almoço e fez com q esta ficasse mais encarnada q um pimiento relleno;) A Noiva J insistiu q queria beber um vinho manhoso q “fazia poc” e o resultado da mistela foi o q se viu…

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Depois foi tempo de comprias, mas como o meu querido banco- q eu n vou dizer qual é mas q é tb o da Cila:P- decidiu condenar-me à pobreza temporária n me permitindo levantar dinheiro tudo o q pude trazer das rebajas foi isto…

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À noite, vestimo-nos a rigor para o Carnaval mas começámos a desconfiar de q a coisa era capaz de n correr bem qdo vimos as ruas desertas… tivemos a confirmação qdo decidimos perguntar ao nosso amigo do restô e nos disse q n era fiesta no dia seguinte. Nesse momento, estávamos nós nestas figurinhas…

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A princípio ainda esmorecemos mas depois decidimos que nós seríamos a Fiesta…

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Enfrentando a chuva-depois de nos termos despedido afectuosamente do nosso amigo dos Pinchos q já era quase da família-saímos em busca de um bar e andávamos às voltas pela rua qdo somos interpeladas por um casal muito agarradinho que dizia “carnaval? carnaval?” com 1 sotaque portunhol. Tivemos que controlar o riso qdo nos apercebemos q eram nem mais, nem menos do q a Maria João Bastos e o Marco Almeida, tão perdidos qto nós. O momento deu logo azo a uma longa discussão sobre a fisionomia do actor e o seu possível envolvimento com o Diogo Infante, o q levou a uma análise de tudo o q era “vedette” nacional. Acabámos por optar pela Carbonería, um bar frequentado por Erasmus, onde costumam haver actuações de flamenco. Nesse dia, pelos vistos, não e a única atracção fomos mesmo nós. Desde rodadas de chupitos que iam fazendo com q a noiva tivesse um chilique, aos obséquios da casa, aos jogos do “ganso” -sim, salgada e xu, finalmente PERCEBI a lógica da coisa e até consegui angariar novas seguidoras- e do vicking, ao questionário indiscreto q nos fez descobrir q o JP era o noivo perfeito, aos fãs q nos imitavam na mesa ao lado e ao momento em q as minhas calças iam pegando fogo, foi bom do princípio ao fim…

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