É mais forte do que eu…

…prometi que n ia ceder à tentação. Que desta é que era. Que os blogues dão trabalho. Que não tinha tempo para alimentar a sua alma gananciosa. Que devassam a nossa vida. São ingratos. Como uma amante caprichosa. E que este era o ponto final. Seco. Sem despedidas. E olhar para trás. Mas sou uma fraca, e heis-me de volta a estas páginas. Vencida. Mas feliz:)

 

Por uma boa ca(u)sa

Preencher o IRS é, talvez, uma das obrigações que mais me desagradam. Mas, este ano,  pode tornar-se, também, um acto de dar (sem ser apenas aos cofres do estado:P).

Sem qualquer custo acrescido, é possível doar 0,5% à Fundação Infantil Ronald McDonald (FIRM) e ajudar as crianças da Casa Ronald McDonald de Lisboa, bem como contribuir para a construção da segunda Casa Ronald McDonald nacional, que irá prestar apoio às crianças em tratamento prolongado no Hospital São João do Porto.

Basta colocar, no Anexo H (Benefícios Fiscais e Deduções) do Modelo 3, o número de contribuinte 504 916 904 da FIRM e ajudar a construir sorrisos.

Abra as portas a esta ideia e declare a sua vontade de ajudar.

Ainda a tentar decidir…

…se acho cutchy cutchy ou n ;)

Das vantagens do frio#2:

Ver os lisboetas ataviados como s fossem descer uma pista d ski.

Do que me faz vergonha de ser humana…

Há muitas coisas que me fazem ter vergonha da nossa espécie. Os maus tratos são uma delas. Seja a quem for. E é de uma especial cobardia quando são impostos a quem não se pode defender. Como os animais. Por isso mesmo, peço que vejam este vídeo até ao fim e pensem duas vezes antes de optar por pagar menos…porque há SMP quem pague por nós:

O dia 23 de Janeiro foi-se…

e a abstenção foi mais de metade. A vitória deu-se na primeira volta. E o país continua o mesmo. Sem nos darem Cavaco. Mas com direito a update sobre o estado de saúde do PR. Mal posso esperar pelos próximos anos…

David Bowie: Changes

Das vantagens do frio:

N há insónia que resista ao poder dos cobertores;)

créditos: Lapsura

Icebreakers

Outras questões existenciais AQUI. Sucesso garantido para qualquer festa;)

23 de Janeiro.O dia q m anda a impedir d dormir descansada as minhas noites…

Portugueses pelo mundo

Não vejo muita televisão. É um facto. Mas há um programa que me prende e me faz ter vontade de esperar,pacientemente,pelos atrasos da programação sem recorrer a gravações prévias para ver quando é mais conveniente.”Portugueses no mundo” passa de segunda a sexta  na RTP – não sei pq mas dizer estas letras assim,isoladas,transporta-me aos tempos em que este era o único canal- e tem em mim uma espectadora fiel.

Mais do que viajar por outras paragens, gosto de conhecer cidades pelos olhos de outrem e ver como construíram vidas novas em países aos quais passaram a chamar seus. Sei que ecoa a diáspora mas recorda-me que tb eu já fui assim e passei a chamar casa a um destino que antes n era mais do que um nome num mapa.

Por tudo isto, e por ser extremamente bem produzido, vale a pena ver televisão.

Todos temos “pássaros do sul”…

Há pessoas que são assim um bocadinho como as canções da Mafalda Veiga. Fizeram-nos vibrar no passado mas hoje não passam de recordações distantes que já não se encaixam nos ritmos que a vida nos dita…

MUDE de Rua

Num dia de chuva, entre turistas e saldos fui até ao MUDE para ver “A Rua é Nossa”. Em 30 minutos, percorri as avenidas concorridas de Tokyo, dei um salto a Paris, deixei-me levar pelas cores da Índia e projectos vanguardistas das cidades nórdicas.

“A Rua é nossa” faz-nos voltar a olhar para um espaço que percorremos todos os dias. Sem pensar. E vale a pena. Parar. Rever. Descobrir. Imaginar. Porque, se a rua é de todos nós, porque não traçar-lhe um futuro?

Fica a sugestão para ver até 20 de Fevereiro.

Morituri te salutant

De manhã, ainda adormecida, optei por ficar em pé junto à porta do metro. Passada uma estação, o rapaz ao meu lado levanta-se e planta-se junto a mim. No início, como é meu hábito, não olhei. Vendo que ali permanecia, lancei um olhar de soslaio. Tinha um sobretudo em tons cinza e na mão um caixote de cartão. De imediato, desci os olhos para ver que dizia. “Vou Morrer”. Assim, a cru, em letras capitais. Olhei para ele. Não dizia nada. Apenas me olhava fixamente e estendia a caixa. “Vou morrer”. Com todo o peso que estas palavras implicam.

Não quis saber de quê, nem como ou quando. Senti-me esmagada pela dor que aquela frase encerrava. Automaticamente, estendi a mão à carteira, dando a maior moeda que lá se encontrava e pensando que, se o fim tinha que ser, que se apaziguasse a ira do Barqueiro para que o auto fosse menos infernal...

Let the games begin!:)

Esta é a altura em que acreditamos em tudo. Mesmo em impossíveis.

Que nos faz crer que os dias hão-de ser plenos e bons e nós felizes.

Que este é que vai ser. E nada nos vai impedir de cumprirmos todos os objectivos que traçámos.

É neste momento que os nossos olhos brilham a antecipar alegrias e construímos barreiras à infelicidade, para que não volte a manchar as páginas dos nossos calendários.

Agora, tudo são verdades absolutas. E eu aperto-as, com força, antes que a vida se imponha e não passem de memórias gastas, que abandonamos no final de cada ano.

Por enquanto, 2011 ainda é bom! Aproveitem!:)

Para a ML.

Às xs só precisamos de uma palavra para perceber que ainda não é o momento de pontos finais.

É bom saber que estás aí:)